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Aqui estão algumas matérias publicadas pela Imprensa referentes a Spartacus. A idéia não é apenas exibir o material publicado pela mídia escrita, mas também expressar nosso reconhecimento aos ex-integrantes. Gente como: André Nunes, Ângelo Primon, Aquiles Priester, Ivan Zukauskas, Ricardo Malcolm Aronne, Márcio Massa, Roger Borges ou Robson Serafini, entre outros imprescindíveis, deram sua contribuição para que pudéssemos ser notícia em diferentes épocas.

 

RESENHAS

CD Imperium Legis (jan 2015)

Rebel Rock

Metal Samsara
Whiplash
Brasil Metal História
Heavy Metal All Night 

CD Libertae (dez 2004)

Webzine Heavy RS (Porto Alegre)
Revista Ultimatum (Rio de Janeiro)
Revista Roadie Crew (São Paulo)
Revista Valhala (Sorocaba/SP)
Revista Rock Brigade (São Paulo)
Revista Comando Rock (São Paulo)
Revista Metal Warriors (Parnaíba/PI)
Fanzine HellUnderground (Pelotas/RS)
Revista Modern Drummer (São Paulo)
Webzine MetalVox
Webzine Larmbelastigung (Alemanha)

 


ENTREVISTAS

Brasil Metal Law (2001)
Heavy RS (2005)
Comando Rock (2005)
Ojo Metálico/Argentina (2005)
Metallica Fanzine/Argentina (2005)

 


MATÉRIAS

• Open Stage (27-nov) e Cine-Theatro Ypiranga (Festival Som de Peso/28-nov-2015)

Jornal Correio do Povo (Porto Alegre, 27-11-2015)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Whiplash Março/2015

Dr Jekill – Março de 2002 – Correio do Povo (11)
Dr Jekill – Março de 2002 – Correio do Povo (18)
Porto Blues Abril/2002
Uruguaiana – Setembro/2001
Metal Combat – Setembro/2001: Zero-Hora
Metal Combat – Setembro/2001: Correio do Povo
Metal Combat – Setembro/2001: O Sul
Metal Combat – Setembro/2001: Jornal do Comércio
Good Music Festival – Novembro/2000
RockSoldiers Março/2001: Correio do Povo
RockSoldiers Março/2001: Jornal do Comércio
ABZ Rock Brasileiro
SpartacusAlternativ – Set/1991
Porto de Elis – Outubro/1991
HardRockShow – Outubro/1991
Brique – Outubro/1989
Resenha revista Rock Brigade n° 39 – 1989
Divulgação Revista Metal : Entrevista
Assembléia – 1988
Lançamento da coletânea Rock Garagem em 1985


Baseado em letras de cunho filosófico, o novo álbum da banda gaúcha SPARTACUS, “Imperium Legis”, encanta não somente por sua sonoridade calcada num Heavy Metal tradicional pesado e empolgante, mas também por suas letras inteligentes, característica comum nestas suas três décadas de existência.

O baixista e compositor Marco Di Martino, ferrenho incentivador do Metal cantado em português, teceu algumas palavras acerca de cada tema, dispostas abaixo:

“Encontro de Almas” é uma história de amor contada ao estilo de Spartacus. Solitários da vida que se descobrem no fim do túnel.

“Na Rota da Colisão” traz aquele medo que se esconde ao fundo e que começa a nos preocupar apesar de não querermos vê-lo, ao final transformando-se em realidade violenta e impossível de ser ignorada.

“Não Morra o Sentimento” é o chamado para as emoções que colocamos de lado e que invoca nossa compaixão muitas vezes por nós mesmos declinada.

O “Império da Lei” concede aos amigos suas benesses, aos inimigos seus rigores, aos demais a sorte… Lutemos por um mundo mais justo…

Quando “Nas Trevas da Insanidade”, muitas vezes nem a loucura pode negar a opressão que nos cerca.

“Noite Sem Lua” em que não era a hora, não eram os métodos, não foi o que se queria e nem a lua compareceu… O ímpeto descontrolado consome a virtude…

“Nas Leis do Infinito” “o que é do homem o bicho não come”… Há mais coisas entre o céu e a terra do que se imagina.

“Velho Rei” de vontade egocêntrica e expansionista que se impõe sobre tudo e sobre todos muitas vezes estando bem perto da gente.

“Sob a Sentença, um Carrasco” onde a ignorância é a sentença e o poder econômico manipulador social é o carrasco… Passa na T.V., todos veem, mas ninguém enxerga.

“Fruto da Criação” tem o fruto como produto social e a criação como a realidade que o determina. A criação dá luz ao fruto e ao final o rejeita e destrói porque ele não possui a virtude que ela não lhe inspirou.

“Prisioneiro do Alvorecer” porque estamos aprisionados aos efeitos da consequência de nossos atos. Não há como escapar da luz do dia seguinte.

Além de comercializar o CD fisicamente, há a opção de compra via CDBaby, através do link www.cdbaby.com/cd/spartacus2 ou pelo e-mail wargodspress@gmail.com.

As músicas estão disponibilizadas para streaming no Soundcloud oficial da banda, em http://goo.gl/Lct7TF.




http://www.heavymetalallnight.com/2015/04/spartacvs-imperivm-legis.html




O novo álbum da banda gaúcha SPARTACUS, “Imperium Legis”, lançado no começo do ano, tem tido uma excelente aceitação pela imprensa e por diversos admiradores, marcando assim trinta anos de estrada com um lançamento marcante. Gravado no Estúdio Hurricane em Porto Alegre, este segundo registro do SPARTACUS mostra a banda fazendo seu tradicional Heavy Metal tradicional sem soar datado ou repetitivo, usando e abusando de timbres pesados e grande desenvoltura. Sebastian Carsin, requisitado produtor, foi o responsável pela produção e mixagem do trabalho, e como ele mesmo comentou, “trabalhar no novo CD da Spartacus foi um desafio!”, explicando o motivo: “não só pela expectativa que a banda tinha, como levar em frente minha ideia de que o CD tivesse uma sonoridade atual sem soar modernosa, mas não tão clássica que aparecesse old school e datado… O resultado, ao meu ver, ficou fantástico, e o mais importante… cantado em português!”.

“Imperium Legis” é composto de músicas que foram significativas na história da banda, mas que não tiveram oportunidade de registro fonográfico em sua época inicial de exposição, nos anos 80/90. Além desses temas, o disco também traz também composições de anos recentes com a marca característica da sonoridade que a banda vem desenvolvendo ao longo deste milênio. Todas as músicas têm arranjos de todos os integrantes, respeitando a composição e estruturação original do tema, além de incrementações e até pós-composições em trechos com elementos sintetizados inseridos pelo guitarrista Victor Petroscki.

Os responsáveis pela gravação, Marco Canto (vocal), Victor Petroscki (guitarra), Marco Di Martino (baixo) e Guilherme Oliveira (bateria) imprimiram a marca registrada da banda em onze faixas de igual destaque, e conforme resenha publicada no site Brasil Metal História, ”Imperium Legis” possui uma gama muito boa de composições, todas cantadas em português, que não se destacam por técnicas abusivas e egocêntricas de seus músicos, mas sim pelo bom gosto apresentado pelos mesmos. Leia o texto completo aqui: http://goo.gl/6oy0yg

E, além de comercializar o CD fisicamente, há a opção de compra via CDBaby, através do link http://www.cdbaby.com/cd/spartacus2 ou pelo e-mail wargodspress@gmail.com. As músicas estão disponibilizadas para streaming no Soundcloud oficial da banda, em http://goo.gl/Lct7TF.

Fonte: http://whiplash.net/materias/news_805/220550-spartacus.html




Nesse segundo álbum, sucessor de “Libertae” (2004), os gaúchos do Spartacus apresentam uma sonoridade Hard’n’Heavy com cara de NWOBHM. Isso não é por acaso, já que a maior parte das músicas foram compostas nos idos da década de 80, quando diversas bandas brasileiras borbulhavam as mesmas referências. No caso, o grupo está completando em 2015 três décadas de uma carreira que começou através da segunda edição da lendária coletânea gaúcha “Rock Garagem”.

Entre idas, vindas, e, trocas de integrantes, inclusive do renomado baterista sul-africano radicado no Brasil, Aquiles Priester (Noturnall, Primal Fear, Hangar, ex-Angra, Freakeys e Di’Anno), o grupo retorna após um grande intervalo em relação ao primeiro álbum, contando agora com a produção e mixagem bem regulares de Sebastian Carsin, feitas nos Estúdios Hurricane, em Porto Alegre . “Imperium Legis” possui uma gama muito boa de composições, todas cantadas em português, que não se destacam por técnicas abusivas e egocêntricas de seus músicos, mas sim pelo bom gosto apresentado pelos mesmos. Ou seja, M Canto (vocal), Victor Petroscki (guitarra e teclado), Guilherme Oliveira (bateria) e o baixista fundador Marco Di Martino (principal compositor) jogam a favor do time. O vocal de M Canto é bem agradável e em certos momentos lembra o de Tavinho Godoy (Metalmorphose, ex-Azul Limão).

Um destaque interessante fica por conta da capa do álbum, que nada mais é do que uma adaptação da obra “Gladiadores” (1874) de Jean-León Gérôme, e da contracapa também baseada em outra obra do artista, chamada “Ave Caesar”. Em relação às músicas que integram “Imperium Legis”, vale mencionar a pesada “Nas Trevas da Insanidade”; “Noite Sem Lua”; A ‘hardona’ “Nas Leis Do Infinito”, que lembra um pouco a finada banda paulistana Cavalo Vapor e que tem um riff bem legal de Victor; E, entre outras, “Velho Rei”. Tomara que esse ótimo álbum traga, finalmente, o devido reconhecimento ao Spartacus.

Leandro Nogueira Coppi

Fonte: http://www.brasilmetalhistoria.net/2015/03/spartacus-imperium-legis-2015.html




Por Vitor Franceschini

Com quase 30 anos de carreira, o grupo porto-alegrense Spartacus é um dos pioneiros do Heavy Metal gaúcho. Porém, em meio a mudanças de formação, a banda pouco pôde produzir nessas três décadas, tendo lançado seu debut “Libertae” apenas em 2004. Mas a banda nunca acabou de fato e agora lança seu segundo petardo, este encantador “Imperium Legis”.

Com uma produção sonora de muita qualidade (a cargo de Sebastian Carsin, no Hurricane Studios, que também mixou o álbum), “Imperium Legis” se mostra um álbum de extrema qualidade e possui uma desenvoltura pouco vista nos dias atuais. O álbum soa atual, mesmo carregando influências oitentistas e a banda soando épica em vários momentos.

Um fator importante a ser ressaltado é que a sonoridade demonstra a verdadeira essência a que deveria pertencer o Metal brasileiro. Não, o Metal não foi inventado aqui, mas poderíamos ter o nosso jeito de fazê-lo e adotar o nosso idioma de forma correta ficaria muito interessante, e é isso que o Spartacus faz.

O instrumental não pode fugir do alicerce que foi criado quando surgiu a NWOBHM no Reino Unido e ainda adiciona elementos típicos do Speed Metal (bem de leve) e, com letras inteligentes, a banda consegue se utilizar de metáforas interessantes que pregam a liberdade, existencialismo e sentimentos pessoais.

Bem estruturadas e com um timbre excelente, as guitarras de Victor Pertoscki destilam bases e solos de ótimo bom gosto, enquanto o baixista, líder e principal compositor Marco Di Martino coloca as seis cordas em seu devido lugar acompanhado pela bateria certeira de Guilherme Oliveira.

M. Canto possui um senso de melodia e interpretação preciso e ainda tem um vocal privilegiado pelo seu timbre, além de não escorregar em nenhum momento. O Spartacus soa como um verdadeiro conjunto, sem espaço para destaques individuais, de onde saem músicas pegajosas e com fortes refrãos, com destaque para Encontro de Almas, Na Rota da Colisão, Nas Trevas da Insanidade, Noite Sem Lua e Sob a Sentença, Um Carrasco. Formidável.

Fonte: http://whiplash.net/materias/cds/219242-spartacus.html




Independente
Nota 10,0/10,0

Por Marcos “Big Daddy” Garcia
De uns três ou quatro anos para cá, é incrível ver a quantidade de bandas que andam buscando fazer trabalhos de Metal em português. Alguns são apenas oportunistas, buscando fugir das dificuldades do idioma bretão, mas muitos o fazem pela atitude, especialmente quando lidamos com bandas mais antigas do Brasil. E é esse justamente o caso do quarteto de Porto Alegre (RS) SPARTACUS, que nos chega com seu segundo disco, o ótimo e precioso “Imperium Legis”.

Antes de tudo, estamos lidando com uma banda clássica da cena gaúcha, com 30 anos recém completados de experiência e muita luta, chegando a gravar na histórica coletânea “Rock Garagem II” de 1985 (entraram com a faixa “Sem Cessar”), mas que devido aos problemas comuns de se fazer Metal no Brasil, só puderam lançar seu debut, “Libertae”, em 2004, e agora, 11 anos depois, eles voltam. Mantendo os pés fincados no Hard’n’Heavy Metal tradicional melodioso que tem todos os trejeitos da NWOBHM e de alguns elementos dos 70, mais alguns inserts do Power/Speed Metal (nada muito explícito), eles mostram como excelentes grupos são injustiçados na cena.

Ótimos vocais, com boa dicção e melodia, guitarras excelentes com riffs certeiros e solos inspirados, baixo e bateria em uma cozinha rítmica sólida e pesada. Fundido isso, não tem erro: uma música maravilhosa e emocionante o tempo todo, com ótimos refrões, que prima pela unidade e não pelo exibicionismo técnico vazio.

Sebastian Carsin mostrou-se uma boa escolha para mexer na mesa de som, pois a sonoridade do grupo soa forte, pesada e limpa. E embora a aura da NWOBHM esteja presente, a sonoridade não soa datada de forma alguma.

Spartacus
O grupo capricha em seus arranjos e na escolha dos timbres, mantendo aquela mentalidade de equilíbrio entre melodia, peso e agressividade, fora uma dinâmica instrumental perfeita. E em “Velho Rei”, “Sob a Sentença, Um Carrasco” e “Prisioneiro do Alvorecer”, ainda temos a participação de Vitor Petroscki nos arranjos orquestrais, piano e teclados, adicionando um toque de classe ao trabalho do grupo.

Chega a ser pecaminoso destacar faixas em um disco tão bom e homogêneo, mas a melodiosa e cativante “Encontro das Almas” (que belíssimo trabalho de baixo e bateria), a ganchuda “Na Rota de Colisão” (ótimos riffs melodiosos), a pesada e icônica “Não Morra o Sentimento” (vocais ótimos, variando muito bem seus timbres), a mais sombria “Nas Trevas da Insanidade” (com um andamento em meio tempo, e novamente baixo e bateria mostram peso absurdo), a Hard’n’Heavy’n’Roll “Velho Rei”, a linda e totalmente anos 80 “Sob a Sentença, Um Carrasco” (aprendam como se faz certo a coisa com o SPARTACUS, que fez parte da época. Não aceitem imitações), e a linda “Prisioneiro do Alvorecer” (começa como uma belíssima balada, bem feita e com melodias, mas depois ganha peso e agressividade sem perder a elegância). E com o detalhe é que cada uma das 11 faixas pode ser tocada ao vivo sem perda de nada do que ouvimos aqui.

Um belo trabalho, honesto e feito com o coração, logo, merece aplausos demorados.

Músicas:
1. Encontro de Almas
2. Na Rota da Colisão
3. Não Morra o Sentimento
4. Império da Lei
5. Nas Trevas da Insanidade
6. Noite Sem Lua
7. Nas Leis do Infinito
8. Velho Rei
9. Sob a Sentença, Um Carrasco
10. Fruto da Criação
11. Prisioneiro do Alvorecer

Banda:
Marco Canto – Vocais
Victor Petroscki – Guitarras
Marco Di Martino – Baixo
Guilherme Oliveira – Bateria

Fonte: http://metalsamsara.blogspot.com/2015/02/spartacus-imperium-legis-cd.html




O formato é o de CD em caixa plástica convencional com livreto que contém as letras do disco e ilustrações da banda.

Em breve, deve estar disponível nas lojas especializadas do gênero.




Em maio de 2010, o segundo disco do Spartacus começa a ser produzido. O local de gravação escolhido foi o estúdio Hurricane em Porto Alegre/RS.

São 11 títulos que se dividem em releituras de músicas significativas da história da banda e composições novas. Todas as músicas arranjadas de acordo com o direcionamento já iniciado com o Libertae e com a introdução de arranjos orquestrais e de piano em dois temas.

As guitarras do disco, arranjos orquestrais sintetizados e o piano ficaram a cargo do guitarrista Victor Petroscki que já havia gravado as guitarras do primeiro trabalho editado da banda e que reuniu-se ao grupo de novo especificamente para a preparação e gravação desse segundo disco. Victor participará também do show de lançamento.